Em meio a novas alegações sobre a morte de Kurt Cobain, as autoridades de Seattle reafirmaram sua posição oficial. Em comunicado, o Gabinete do Médico Legista do Condado de King declarou que conduziu uma autópsia completa em conjunto com a polícia e que todos os procedimentos foram seguidos corretamente. Segundo o órgão, a conclusão original permanece inalterada.
A polícia de Seattle também reforçou o posicionamento: “Nosso detetive concluiu que ele cometeu suicídio e essa continua sendo a posição mantida por este departamento.” As autoridades acrescentaram que estariam dispostas a reexaminar o caso caso surjam novas evidências concretas, mas afirmam que, até o momento, não há justificativa para reabrir a investigação (via NME).
A resposta veio após uma equipe independente de cientistas forenses do setor privado divulgar uma nova análise apontando supostas inconsistências na autópsia do líder do Nirvana. O grupo trabalhou ao lado da pesquisadora Michelle Wilkins e do especialista Brian Burnett, afirmando ter revisado “exaustivamente” os documentos do caso e analisado evidências da cena durante três dias.
Entre as alegações apresentadas estão questionamentos sobre detalhes do relatório oficial, possíveis inconsistências físicas na cena e dúvidas envolvendo o bilhete deixado pelo músico. Burnett declarou à imprensa britânica que, em sua avaliação, trata-se de “um homicídio” e que o caso deveria ser reaberto.
Mais de três décadas após a morte do ícone do grunge, o episódio volta a gerar debate. Oficialmente, porém, o caso segue encerrado conforme a determinação feita em 1994.
